QUARTA PRA COMER: TEMPURÁ DE VEGETAIS
Se ontem foi dia de livro
do Jamie Oliver, hoje é dia de culinária do rapaz. Inspirada nos domingos a
rodar pela Liberdade – SP – escolhi uma receita fácil e
de lamber os dedos, agora em terra neutra, para ver se os “nossos japoneses são
melhores que os outros” ou, pelo menos, se chegam perto.
Com a lista do tempurá
de vegetais em mãos, corri no mercado atrás de produtos
frescos e devo dizer que enfrentar a fila do caixa valeu a
pena.
Você vai precisar
de:
200
g de farinha de
trigo
100
g de farinha de milho
[aquele em flocos]
Água
gelada
Seleção de vegetais [você
pode usar o que quiser, mas nesta receita eu usei: cenoura, cebola roxa,
brócolis e vagem fina]
Gengibre e alho [esses dois
ingredientes não estão na lista do Oliver, mas eu adoro e resolvi colocar. e não
é que ficou bom?!]
Molho
shoyo
Corte todos os vegetais [e
também o gengibre e o alho] bem finos, de modo que possam ficar cozidos e tenros
ao mesmo tempo em que a massa fica crocante. Em uma tigela grande misture as
duas farinhas e acrescente água gelada. Vá misturando até que fique mais
“consistente que um creme”. Acrescente os vegetais picados a essa mistura e mexa
ligeiramente. Em uma frigideira funda e com óleo suficiente para cobrir os
tempurás, frite porções dessa mistura até que a massa fique levemente dourada,
retire e coloque em um papel toalha para tirar o excesso de óleo. Agora é só
mergulhar a pontinha no molho shoyo e pronto. Aqui em casa o povo aprovou, só
faltou uma pessoa, o que significa que vou ter que repetir
hehe.
Dica do Oliver: assim que o tempurá estiver pronto
é bom comer logo porque, conforme os vegetais começam a esfriar, eles soltam um
vapor d’água, que deixa a massa cada vez menos crocante.
Escrito por Hanny Guimarães às 01h02
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TERÇA PRA LER: NA PRATELEIRA DA COZINHA
Quando era pequena, mamãe me ensinava a cortar cebola sem chorar e deixar tudo bem picado, bem miudinho. Mas foi com Jamie Oliver – bendita TV – que aprendi que os pedaços fartos, cortados sem muita direção, também dão certo na cozinha.
Jamie apresenta Oliver’s Twist [no Brasil leva o nome de Truques do Oliver], um programa culinário diferente dos que costumamos assistir na TV. Longe de ser o chef requintado francês ou a tia/avó Ana Maria Braga, o inglês faz sucesso com o jeito desencanado – as vezes desastrado – de cozinhar. Embora jovem, ele já comandou também os programas The Naked Chef, Jamie’s Kitchen, entre outras séries.
Mas como o assunto hoje aqui são as “palavras” – e temperos - e muita gente já conhece as peripécias televisivas do rapaz, melhor dizer que o livro Jamie Oliver: o chef sem mistérios é uma extensão encadernada do que assistimos na TV. Toda a energia que o charmoso atrapalhado exibe durante o programa está em cada palavra desse volume. São mais de duzentas receitas e, entre elas, dicas preciosas para não fazer feio na hora de convidar os amigos para jantar.
No livro, Oliver definitivamente não faz mistério para contar as detalhes que o facilitam na cozinha. Ensina não só como fazer os pratos e como utilizar os ingredientes, mas também o que escolher na hora de comprar o que vai garantir um bom resultado final.
Nascido em Essex, no Reino Unido, ele já tocou em uma banda [a Scarlet Division], teve dificuldades no colégio por problemas de dislexia [eu sempre desconfiei de sua concentração um tanto frenética rs], o que o levou a abandonar o curso regular e trabalhar no pub de seus pais. Foi quando percebeu que o que gostava mesmo era a gastronomia e passou a “pentelhar” os chefs do pub e deu início a carreira.
Divertido, útil e necessário o livro de Jamie Oliver é item obrigatório na prateleira da cozinha, juntamente com as panelas, facas e azeites e mais próximo dos vidrinhos de temperos que costumam ser os segredos que surpreendem o paladar.
foto: eu mesmo =)
Escrito por Hanny Guimarães às 12h17
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SEGUNDA PRA OUVIR: MIKA
Quando ainda estava em São Paulo, em um dia sem muito o que fazer a não ser fuçar a internet, entrei no site da Érika Palomino e uma das matérias de capa falava sobre o novo hype inglês, o cantor Mika.
Mika é um libanês que, fugindo da guerra civil libanesa com a família, passou pelo Kuwait, por Paris, até que finalmente, aos 9 anos, se estabeleceu em Londres. E, talvez, a sonoridade de seu álbum de estréia, o “Life In Cartoon Motion”, seja justamente a vontade de ser o oposto dessa infância, digamos, complicada.
Super pra cima, o disco lista boas canções pop que já figuram o topo da parada britânica. Com o sucesso do single Grace Kelly – que você confere no vídeo abaixo - pelo mundo virtual myspace, o rapaz de 23 anos conseguiu o reconhecimento merecido. Teve seu álbum lançado no último dia 5 de fevereiro na Europa.
Comparado pela imprensa britânica – sem saber como “rotular” o cantor - a Scissor Sisters, Freddie Mercury, Elton John e até Prince, a verdade, como disse um amigo, é que Mika – dono de um falsete incrível - é tudo o que Robbie Williams sonhou ser e nunca conseguiu.
Como no cenário pop poucas coisas ultrapassam a barreira do tempo, o lance é aproveitar a boa fase, dar o play e correr para a pista.
Vídeo do single Grace Kelly
Na semana passada, a revista online Paradoxo trouxe Mika na capa e, este mês, tem matéria na revista Bravo sobre ele.
Escrito por Hanny Guimarães às 16h52
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DOMINGO PRA DESCANSAR: JUST RELAX
Vídeo bem bacana... Divirta-se!
Escrito por Hanny Guimarães às 13h36
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